Ler jornal sempre foi um hábito na minha família. Desde cedo me acostumei com meus pais me mandando ir à banca de jornal comprar nossos periódicos e, com o tempo, as palavras saíam naturalmente de minha boca: "Brasil e O Globo, por favor". Durante mais de 40 anos fiz esse pedido pelas diversas bancas por quais passava pelo menos umas 4, 5 vezes por semana. De sexta a domingo era obrigatório comprar os dois devido aos diversos encartes, especiais e guias que vinham em ambos. Às sextas-feiras, os dois traziam um guia do fim de semana com dicas sobre as estréias de cinema, teatros, restaurantes, bares, passeios e outros mais. Sempre havia relatos dos leitores de programas furados com direito a resposta do estabelecimento que havia pisado na bola. Colunistas especializados em vinhos, botecos, alta e baixa gastronomia, davam um toque mais opinativo em tudo. O Globo ainda tem isso tudo. Ter aqueles dois guias em mãos era para mim um verdadeiro gozo. Lia-os de cabo a rabo, comparand...
Almir Pernambuquinho sendo contido na famosa pancadaria de 1966. Almir Pernambuquinho (esq.) com seu companheiro de ataque Silva Batuta. Ligeirinho (Speedy Gonzalez), o rato mais rápido de todo o México. Alguém certa vez já falou que Copacabana é o maior circo a céu aberto do mundo. Já um americano uma vez me disse que Copa foi o lugar mais parecido com Nova York que ele conheceu fora dos EUA. Sendo uma coisa ou outra, é certo que vemos de tudo por lá e nessa noite de sexta não foi diferente. Após uma travessia exasperadora da Barra para o metrô Siqueira Campos que levou quase duas horas, recusei-me a entrar num trem cheio e adiei a volta à casa indo ao Cervantes, um dos meus portos seguros. Chegando lá, nenhuma surpresa. O atendimento rápido e atencioso do Pedro, um belo sanduíche de filé mal passado com queijo e alho torrado, além de diversos chopes no creme tirados pelo Marrom. Muito show. Como estava passando um jogo da Portuguesa na TV, tentei contar uma piada ao Pedro quando f...
Como já falei do Adão, o mais famoso, agora posso falar do meu mais novo xodó no bairro: o bar e petisqueira Enchendo Lingüiça . A distância da minha casa para lá é igual ao trajeto Candelária-Cinelândia. Ou seja: é longe para os meus padrões de exercício. Mas como não tenho que desviar de camelôs, assaltantes, entregadores de papeizinhos e atrapalhados em geral, vou numa boa. É sempre um prazer andar pelas ruas arborizadas e com canteiros do Grajaú. O EL participou do último Comida di Buteco e recentemente foi um dos 10 bares de toda a cidade que uma turma capitaneada pelo Moacyr Luz percorreu em busca do jiló perfeito. Veja o comentário do Bruno Agostini aqui . O bar fica logo no início da principal avenida (?) do bairro, o que o torna um pouco barulhento, mas nada que nos impeça de avançar por seus prazeres. Há uma pequena parte de dentro com mesas e cadeiras de madeira e mármore e do lado de fora ficam mesas de madeira. A praça (?) em frente é conservada pela própria casa, segundo ...
Comentários
MAS, EU NAO TENHO CORAÇÃO PARA ASSISTIR JOGOS DE BASQUETE !!! MUITA PRESSÃO !!
Vem cá ? O que achou do uniforme novo ?
Sds RbNs, Vv.